Plano de Contingencia Covid-19

Face à situação sanitária em que vivemos, onde a Covid-19 tem condicionado muitos dos hábitos que tínhamos anteriormente, exige de cada um de nós medidas excecionais de modo a minorarmos os efeitos que um possível caso possa ter. É, por isso, importante termos presente um conjunto de considerações e medidas que podem ser fundamentais para evitarmos situações de contágio no âmbito das atividades desportivas da Associação Wildfun – Desporto, Aventura & Turismo para o ano 2021. O presente documento foi elaborado tendo presentes as diretrizes e orientações da Direção Geral de Saúde (DGS) e da Organização Mundial de Saúde (OMS). Particularmente no que respeita às modalidades, foram observadas as recomendações das entidades a que as provas, de alguma forma, estão ligadas, nomeadamente a Associação de Trail Running de Portugal (ATRP), a Federação Portuguesa de Corridas de Obstáculos (FPOCR) e, naturalmente, a Câmara Municipal de Chaves. Pese embora todas as medidas implementadas pela Organização, todos os atletas devem ter presente que o risco de contágio existe e devem tomar todas as medidas para evitar situações de risco acrescido. Apesar de as nossas provas serem todas modalidades individuais praticadas ao ar livre e praticamente sem contacto físico, mesmo que a Organização cumpra com todos os procedimentos de prevenção no sentido de reduzir essa possibilidade, não é possível garantir a sua total ausência, pelo que os atletas devem conhecer e assumir esse risco que é inerente a qualquer prática desportiva. Ao decidir participar nas nossas provas desportivas os atletas fazem-no de livre vontade e assumindo os riscos inerentes à própria atividade.


RECOMENDAÇÕES BÁSICAS DE HIGIENE E SEGURANÇA

• Lave, frequentemente e de forma correta, as mãos com água e sabão (ou, em alternativa, com uma solução de gel alcoólico);

• Adote medidas de etiqueta respiratória, nomeadamente tape o nariz e a boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço/zona do cotovelo). Evite tapar a boca com mãos nestas situações.Após espirrar ou tossir, deite o lenço de papel no lixo;

• Evite tocar com as mãos nos olhos, no nariz e na boca;

• Use máscara conforme indicado pelas autoridades de saúde nacionais;

• Mantenha uma distância social de 2 metros;

• Caso tenha sintomas de infeção, fique em casa e isole-se da restante família. Se viajou nos últimos 14 dias e tem algum dos sintomas associados à Covid-19, mantenha-se alerta e contacte a linha SNS24.


LINHA SNS 24 - 808 24 24 24
MEDIDAS PREVENTIVAS A SEREM OBSERVADAS PELOS PARTICIPANTES

• Atletas diagnosticados com Covid-19, mesmo que assintomáticos, não podem participar nas provas sem a necessária alta médica.

• A participação de atletas não residentes em Portugal não será autorizada sem a apresentação de um teste negativo realizado nas últimas 72 horas, cuja prova deverá ser apresentada no momento do check-in.

Sendo não residente e prevendo chegar a Portugal nos dias que antecedem a realização das provas desportivas, é recomendado que venha já com o teste de diagnóstico PCR à Covid-19 feito. Caso opte por fazer o teste à chegada, terá de aguardar pelo resultado em confinamento durante 12 horas, período máximo estimado. Deverá ter em conta este período de espera na preparação da sua participação na prova, nomeadamente na realização do Check-in..

• Recomenda-se aos atletas a auto-monitorização diária de sintomas (nomeadamente o controlo diário da sua temperatura corporal), abstendo-se de participar em qualquer ação no âmbito das atividades em caso de suspeita de infeção ou de ter estado em contato com uma pessoa suspeita de infeção. Nestes casos, deverá ligar para a linha SNS24: 808 24 24 24. Não deverá deslocar-se da sua residência.

• Procurando proteger os grupos populacionais considerados de risco, recomenda-se a não participação de atletas com mais de 65 anos ou com doenças de base consideradas de risco por parte das autoridades de saúde, que possam agravar as consequências de infeção por SARSCoV- 2. Saliente-se que esta é apenas uma recomendação.

• Todas as pessoas ligadas, de alguma forma, às atividades da Wildfun, nomeadamente, atletas, elementos da organização, voluntários ou staff de apoio dos atletas, devem manter uma conduta adequada de higiene pessoal, nomeadamente a lavagem frequente das mãos e o respeitar da etiqueta respiratória.

• De acordo com as recomendações das várias entidades de saúde, deve ser mantida a distância de segurança recomendada entre os atletas.

• No decorrer das provas, é proibida a partilha de materiais e equipamentos de utilização comum sem a prévia desinfeção dos mesmos.

No decorrer das provas, os atletas não devem compartilhar material pessoal, nem bebidas, alimentos, ou quaisquer outros produtos (incluindo garrafas de água, bastões, entre outros).

Todos os elementos da organização, incluindo os voluntários, sempre que estiverem em situação de contacto com os atletas devem adotar as medidas de proteção individual necessárias, nomeadamente o uso de máscara e/ou viseira, bem como devem assegurar o reforço das ações de limpeza e higienização dos espaços e equipamentos.

• Os atletas devem respeitar os tempos e os espaços de treino, aquecimento e competição que lhe são atribuídos, mantendo as distâncias de segurança.

• Haverá um controlo rigoroso do fluxo de atletas nos diferentes locais, estando devidamente assinaladas as condicionantes e limitações.

• Será feito um controlo/rastreio da temperatura corporal no acesso à zona de competição.

• Não serão disponibilizados balneários ou duches.

• As instalações sanitárias serão desinfetadas de acordo com as recomendações em vigor.

• As cerimónias de apresentação, briefing e de entrega de prémios serão anuladas ou reduzidas ao mínimo essencial. No caso do briefing, será realizado em pequenos grupos.

• Os atletas não devem cumprimentar-se nem se abraçar.

• Todos os participantes serão informados, por email e através de placards informativos nos locais da prova, sobre os protocolos e medidas de prevenção a cumprir.


MEDIDAS PREVENTIVAS IMPLEMENTADAS PELA ORGANIZAÇÃO NOS VÁRIOS MOMENTOS DAS PROVAS
CHECK IN

Será alargado o período de check-in, não só temporalmente, mas recorrendo, também, a outros espaços, de modo a evitar a concentração de atletas. Recomendamos que os atletas residentes procurem fazer o seu check-in com antecedência e nos locais alternativos a indicar pela Organização em momento oportuno. Haverá mais balcões de check-in, do que é habitual. Haverá horas prédefinidas para cada corrida (caso os atletas não tenham disponibilidade, poderá ser outra pessoa a levantar o referido material desde que acompanhado por copia do cartão do cidadão do atleta devidamente assinada). A Organização vai apelar aos atletas para só se dirigirem a um dos balcões quando o mesmo não estiver ocupado por outro participante, devendo ser respeitado o distanciamento social definido. Os balcões cumprirão com todas as medidas de segurança em vigor no atendimento ao público, nomeadamente a desinfeção e a proteção do colaborador com os equipamentos recomendados (máscara e/ou viseira). Ao contrário do habitual, os termos de responsabilidade serão disponibilizados através do preenchimento de um formulário online, por forma a eliminar a utilização de papel (o mesmo deverá ser preenchido sempre antes do momento de check-in). Será feito um inquérito epidemiológico a cada atleta, on-line, nas vésperas da prova (que deverá ser preenchido sempre antes do momento de check-in).


PARTIDA

Os horários das partidas serão escrupulosamente cumpridos. Serão criadas três ‘caixas de partida’: duas de pré-partida, onde numa delas, à entrada, é verificado todo o material obrigatório e é medida a temperatura (que em caso de superior ao normal impedirá o atleta de participar), e uma caixa já de zona de partida. Serão realizadas partidas segmentadas e até um máximo de 20 atletas por partida, agrupando os atletas pelo seu ranking, programando partidas de um número de atletas de que acordo com o espaço de partida permita um afastamento de 2 m entre cada atleta. O espaçamento entre partidas poderá ser desde 3 minutos até 5 minutos. É obrigatório o uso de máscara por todos os atletas até uma distância mínima de 200 metros após a partida (estará devidamente sinalizado quando já não for obrigatório). Qualquer atleta que abandone indevidamente a sua máscara será automaticamente excluído.


EM PROVA

Organização irá alertar os atletas para a necessidade de manter o distanciamento social. Sempre que necessário, os voluntários ou algum elemento da Organização irá monitorizar as situações e locais que se mostrem necessários, advertindo os atletas em caso de incumprimento das medidas previamente definidas. A Organização irá recomendar aos atletas para avisarem com maior antecedência as ultrapassagens, e para que as mesmas sejam sempre facilitadas.


ABASTECIMENTOS

Todas as provas da Wildfun são realizadas em regime de parcial autossuficiência. Ainda assim, a Organização procurará manter a maioria dos postos de abastecimento, tendo em conta a exigência do percurso em cada corrida. Todavia, em função da situação sanitária poderá ocorrer a supressão de postos de abastecimento. Havendo alterações ao que está no regulamento, a Organização informará os atletas pelo menos uma semana antes da realização da prova. Nos postos de abastecimento é obrigatório o uso de máscara por parte dos atletas, exceto aquando estiverem a alimentar-se. Na chegada ao abastecimento o atleta entra para uma zona restrita onde um voluntário, devidamente equipado e preparado para o efeito, lhe servirá o que o atleta pretender comer ou beber, sendo depois encaminhado para uma outra zona (preferencialmente aberta) onde poderá alimentar-se. Nos postos só de líquidos não haverá zona específica para o atleta alimentar-se. Não será permitido o self-service. Cada atleta deverá ter o seu copo, como estipulado nos regulamentos. O consumo de alimentos ou bebidas nos postos de abastecimento deverá ter lugar nos espaços devidamente assinalados para esse fim e cumprindo com as limitações impostas. Os voluntários nos abastecimentos usarão máscara e/ou viseira e terão o cuidado de lavar ou desinfetar regularmente as mãos. É preterido o uso de luvas.


META / ENTREGA DE PRÉMIOS

Não é permitida a aglomeração de atletas nem espectadores à chegada, sendo que a Organização irá avaliar, de acordo com o espaço disponível, quantas pessoas poderão permanecer em cada local. Não haverá duches no final da prova. Consoante a situação sanitária no momento, a entrega de prémios irá realizar-se num local aberto, junto ao Secretariado da Prova de modo a assegurar o devido distanciamento.

O uso de máscara é mandatário para todos.


ÁREA DE ISOLAMENTO

Para cada evento, estará definida uma área de “isolamento” (sala) junto à linha de partida/chegada, que tem como finalidade evitar ou restringir o contacto direto dos participantes do evento (organização, atletas, staff de apoio a atletas e equipas, voluntários, media, segurança) com um possível caso de infeção (pessoa com sinais, sintomas e ligação epidemiológica compatíveis com a definição de caso suspeito, critérios referidos no ponto 3 da Orientação no 006/2020 de 26/02/2020 da Direção Geral de Saúde) e permitir um distanciamento social deste, relativamente aos restantes participantes. Esta área estará equipada com: telefone; cadeira (para descanso e conforto do participante com sintomas/caso suspeito, enquanto aguarda a validação de caso e o eventual transporte pelo INEM); kit com água e alguns alimentos; contentor de resíduos (com abertura não manual e saco de plástico); solução antisséptica de base alcoólica-SABA (disponível no interior e à entrada desta área); toalhetes de papel; máscaras cirúrgicas; luvas descartáveis; termómetro. Próxima desta área, existirá uma instalação sanitária devidamente equipada, nomeadamente com doseador de sabão e toalhetes de papel, para a utilização exclusiva do participante com sintomas/caso suspeito. No dia do evento, a Organização terá estabelecido quais os circuitos a privilegiar quando um participante com sintomas/caso suspeito se dirige para a área de “isolamento”. Na deslocação do participante com sintomas/caso suspeito, serão evitados os locais de maior aglomeração de pessoas no local.


PROCEDIMENTO PERANTE CASO SUSPEITO

Se for detetado um caso suspeito, de acordo com os sinais e sintomas previstos no ponto 6 da Norma 004/2020 de 23/03/2020 atualizada a 14/10/20 da Direção Geral de Saúde [tosse de novo, ou agravamento do padrão habitual, ou associada a cefaleias ou mialgias; ou, febre (temperatura ≥ 38C) sem outra causa atribuível; ou, dispneia/dificuldade respiratória, sem outra causa atribuível], este será encaminhado por um só elemento da Organização para a área de isolamento — devendo o elemento da organização manter-se a uma distância de segurança superior a um metro do doente, colocar uma máscara cirúrgica antes desta assistência, luvas cirúrgicas, para além de lavar as mãos após contacto. O encaminhamento será realizado através dos circuitos previstos e definidos pela Organização, garantindo que não se cruzará com outro qualquer participante. O caso suspeito deve usar uma máscara cirúrgica, se a sua condição clínica o permitir. A máscara deverá ser colocada pelo próprio. Deve ser verificado se a máscara se encontra bem ajustada (ou seja: ajustamento da máscara à face, de modo a permitir a oclusão completa do nariz, boca e áreas laterais da face. Em homens com barba, poderá ser feita uma adaptação a esta medida - máscara cirúrgica complementada com um lenço de papel). Sempre que a máscara estiver húmida, o trabalhador deve substituí-la por outra. Na sala de isolamento, deve ser contactada a Linha SNS 24 (808 24 24 24), de acordo com o ponto 7 da Norma 004/2020 de 23/03/2020 atualizada a 14/10/20 da Direção Geral de Saúde, dando cumprimento às indicações recebidas. De forma complementar o médico responsável do evento contactará a Unidade de Saúde Pública do Alto Tâmega (276 301 922), dando conta da situação e recebendo indicações.


• Caso Suspeito Não Validado, este fica encerrado para COVID-19. O participante informa a Organização da não validação, e esta deverá informar o médico responsável do evento e a Unidade de Saúde Pública do Alto Tâmega.
• Caso Suspeito Validado, a DGS ativa o INEM, o INSA e Autoridade de Saúde Regional, iniciando-se a investigação epidemiológica e a gestão de contactos. O médico responsável do evento informa a Organização para que esta comunique a todos os participantes a existência de um caso suspeito validado no evento.


Na situação de Caso suspeito validado:

• O doente deverá permanecer na área de “isolamento” (com máscara cirúrgica, desde que a sua condição clínica o permita), até à chegada da equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), ativada pela DGS, que assegura o transporte para o Hospital de referência, onde serão colhidas as amostras biológicas para testes laboratoriais;

• O acesso de outras pessoas à área de “isolamento” fica interditada (exceto ao elemento da Organização designado para prestar assistência);

• A Organização colabora com a Autoridade de Saúde Local na identificação dos contactos próximos do doente (Caso suspeito validado);

• A Organização informa o médico responsável do evento pela vigilância da saúde do doente;

• A Organização informa os restantes participantes da existência de Caso suspeito validado, a aguardar resultados de testes laboratoriais, através de contacto de e-mail e telefone indicados na inscrição para o evento;

• O Caso suspeito validado deve permanecer na área de “isolamento” até à chegada da equipa do INEM, ativada pela DGS, de forma a restringir, ao mínimo indispensável, o contacto deste doente com os outros participantes.

• Devem-se evitar deslocações adicionais do Caso suspeito validado na zona do evento.

Procedimentos perante um Caso suspeito validado

A DGS informa a Autoridade de Saúde Regional dos resultados laboratoriais, que por sua vez informa a Autoridade de Saúde Local. A Autoridade de Saúde Local informa o Organizador dos resultados dos testes laboratoriais e:


• Se o Caso for infirmado, este fica encerrado para COVID-19, sendo aplicados os procedimentos habituais da Organização, incluindo de limpeza e desinfeção. Nesta situação são desativadas as medidas do Plano de Contingência da Organização;
• Se o Caso for confirmado, a área de “isolamento” deve ficar interditada até à validação da descontaminação (limpeza e desinfeção) pela Autoridade de Saúde Local. Esta interdição só poderá ser levantada pela Autoridade de Saúde.


Na situação de Caso confirmado, a Organização:

• Providencia a limpeza e desinfeção (descontaminação) da área de “isolamento”;

• Procede à limpeza e desinfeção, das superfícies manuseadas e utilizadas pelo doente confirmado, com maior probabilidade de estarem contaminadas;

• Armazena os resíduos do Caso Confirmado em saco de plástico que, após ser fechado, deve ser segregado e enviado para um operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico.

• A Autoridade de Saúde Local, em estreita articulação com o médico responsável do evento, comunica à DGS informações sobre as medidas implementadas na Organização, e sobre o estado de saúde dos contatos próximos do doente.


Procedimento de vigilância de contatos próximos:

Considera-se “contacto próximo” um participante que não apresenta sintomas no momento, mas que teve ou pode ter tido contato com o caso confirmado de COVID-19. O tipo de exposição do contacto próximo, determinará o tipo de vigilância.

O contacto próximo com caso confirmado de COVID-19 pode ser de:

• “Alto risco de exposição”, é definido como: pessoa que partilhou grelha de partida, check-in ou zona até 2 metros do Caso Confirmado; pessoa que esteve face-a-face com o Caso Confirmado ou que esteve com este em espaço fechado; pessoa que partilhou com o Caso Confirmado equipamento (bidons, garrafas de água, bastões, entre outros), toalhas ou outros objetos possam estar contaminados com expetoração, sangue, gotículas respiratórias.

• “Baixo risco de exposição” (casual), é definido como: pessoa que teve contacto esporádico (momentâneo) com o Caso Confirmado (ex. em movimento/circulação durante o qual houve exposição a gotículas/secreções respiratórias através de conversa face-a-face superior a 15 minutos, tosse ou espirro). Pessoa que prestou assistência ao Caso Confirmado, desde que tenha seguido as medidas de prevenção (ex. utilização adequada da máscara e luvas; etiqueta respiratória; higiene das mãos).


Perante um Caso Confirmado por COVID-19, além do referido anteriormente, deverão ser ativados os procedimentos de vigilância ativa dos contactos próximos, relativamente ao início de sintomatologia.

Para efeitos de gestão dos contactos a Organização e o médico responsável do evento, em estreita articulação com a Delegação de Saúde Local, deve:

• Identificar, listar e classificar os contactos próximos (incluindo os casuais);

• Proceder ao necessário acompanhamento dos contactos (telefonar diariamente, informar, aconselhar e referenciar, se necessário).


PRINCIPAIS COMPROMISSOS

A nossa principal ambição é tornar os nossos eventos compatíveis com as regras criadas para combater o vírus.

Aqui estão as principais medidas, com as quais nos comprometemos:

Criação de circuitos unidirecionais para evitar congestionamentos nas corridas Gestão otimizada dos fluxos de atletas para garantir o distanciamento social e a aplicação de medidas de proteção

• Adaptação e limitação do número de atletas de acordo com as áreas e percursos das corridas

• Reforço da limpeza e higienização dos diferentes espaços por equipas devidamente equipadas.

• Colocação de sinalética adicional para garantir que as regras são respeitadas e para lembrar aos corredores as principais medidas de segurança

• Os voluntários que ajudarem a organização receberão equipamentos e proteção específica

• Aplicação das medidas implementadas pelas autoridades locais para proteger os atletas, os espectadores, os nossos parceiros e os membros da organização


Estamos todos envolvidos nessa batalha histórica e faremos o possível para ajudar a vencê-la.